A escada do funcionalismo tem dez degraus. Wang Hongtao, com visão e antecipação, começa do nível mais baixo, aproveita cada oportunidade, parte do nível de seção e sobe degrau por degrau, até finalmente criar a sua própria glória! Ao longo da ascensão, fará o que puder para beneficiar o povo, deixar a vida de quem está ao seu redor melhor e também encerrar uma antiga inimizade! Vejam como um pequeno homem faz ondas no mar da burocracia! É a minha primeira vez escrevendo; peço a compreensão e a tolerância de todos, e, se possível, um pouco de incentivo!
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Capítulo 1 – Recomeço
No leito do hospital municipal, câncer de estômago em estado terminal!
Wang Hongtao, consumido pela dor, vinha sofrendo intensamente. Nos últimos dias, a sonolência e os episódios de coma se tornaram cada vez mais frequentes, ciente de que lhe restava pouco tempo de vida.
Naquele momento, deitado na cama, sua mente estava surpreendentemente lúcida — talvez fosse o último brilho antes do fim.
Aproveitando essa breve clareza, Wang Hongtao recordou sua existência comum, marcada por resultados modestos. Seu único mérito fora ter trocado a carreira de professor pela de funcionário público, mas, sem conexões, galgar posições na administração era quase impossível. Só ao se aposentar recebeu, por consideração aos veteranos, o cargo de chefe de setor de primeiro nível.
Sua maior mágoa era não ter feito justiça contra aqueles que, anos atrás, haviam tramado contra seu pai.
O que mais lhe doía era deixar seus dois filhos e a esposa, companheira de uma vida inteira.
Olhando para o filho sentado ao lado, Wang Hongtao estendeu a mão trêmula.
O rapaz rapidamente segurou a mão do pai, com lágrimas nos olhos:
— Pai, você vai ficar bem!
Com dificuldade, Wang Hongtao respondeu:
— Sei como estou, filho. Daqui em diante, você terá que se sustentar sozinho. Você é o homem da casa, cuide bem da sua mãe e da sua irmã.
A filha, já tomada pelo choro, soluçou:
— Pai, fique bem, quero que me veja casar, ainda não pude retribuir tudo o que fez por mim, não quero te perder!
— Papai