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Aos trinta anos, Feng Qing ostentava um metro e setenta e cinco de altura, um rosto levemente atraente, marcado por traços frios e bem definidos; olhos negros e profundos, irradiando um brilho cativante; um nariz proeminente e lábios de contorno perfeito, tudo nele exalava nobreza e elegância. Pena que ainda não atingia aquele patamar de ser amado à primeira vista, de flores desabrocharem ao vê-lo, ou de pneus explodirem ao passar.
A vida de Feng Qing era comum: ou estava no trabalho ou navegava na internet em casa, principalmente jogando o game online "Mundo Perfeito", onde costumava caçar monstros, cumprir missões ou conversar com sua esposa no jogo, "Qing'er Fofinha". Recentemente, "Qing'er Fofinha" havia se casado na vida real, deixando Feng Qing profundamente desolado. Recordava-se com tristeza de quando ela, sua companheira de jogo por dois anos, sumira da rede. Era impossível não se sentir deprimido; afinal, tempos atrás, ela viajara uma longa distância só para visitá-lo, passeando juntos pelo Lago Xihu de Longshui e explorando as gravuras rupestres de Dazu, dias de felicidade indizível. Claro, sua esposa "Qiong" não deixou de adverti-lo, pois ele realmente passava dos limites — entre os rapazes, tal atitude era alvo de desprezo.
Naquele dia, além de não conseguir pescar, ainda passou frio à toa. Por sorte, a energia voltou em casa, permitindo que Feng Qing ligasse o aquecedor e, ansioso, abrisse o computador para jogar. De repente, o dia longo e entediante se tornou incrivelmente breve.
A noite c