Quando era criança, um adivinho disse que faltava o elemento madeira no meu destino, então minha mãe me obrigou a tomar uma árvore como padrinho. Desde então, todas as manhãs, ao passar por aquela árvore, eu sempre dizia: "Padrinho, estou indo para a escola!" À sombra do salgueiro, os espíritos nunca se dispersam! Se gostou, clique na estrela no canto superior direito, assim poderá guardar e acompanhar facilmente. Nos primeiros trinta mil caracteres do novo livro, haverá uma atualização diária; após isso, as atualizações serão aceleradas! Junte-se ao grupo de discussão paranormal número treze: 70171097 para conversar e esclarecer dúvidas rapidamente, e participar das brincadeiras de imagens! Também pode falar diretamente comigo pelo número QQ: 799153890 caso tenha qualquer questão!
Em 1990, nasci em uma pequena aldeia nas montanhas do oeste de Henan. Quando criança, era fraco e doente, e à noite sempre via coisas estranhas, o que deixava meus pais profundamente preocupados. Minha avó me xingava, dizendo que eu era um fracote e que todo o dinheiro da família era gasto comigo, o doente. Sempre que falava assim, meu avô discutia com ela.
Certa vez, no meio da noite, vi na porta de casa um dos idosos da aldeia que já tinha falecido, parado ali me encarando. Eu era pequeno, não entendia bem, mas fiquei com muito medo e comecei a chorar. Passei o resto da noite com febre alta que não baixava. Meus pais, supersticiosos, não me levaram ao médico, mas sim chamaram um adivinho às pressas.
O adivinho me deu para beber quase uma tigela inteira de água com gosto de gengibre e papel de oração, e a febre realmente passou. Ele fez seus cálculos e disse que eu tinha falta do elemento madeira nos cinco elementos. Seguindo as orientações do adivinho, minha mãe me obrigou a reconhecer um velho salgueiro como meu “padrinho” e ainda trocou meu nome para Floresta.
Além disso, toda vez que eu saía de casa para longe, precisava levar comigo um galho do velho salgueiro.
Desde então, sempre que passava pelo velho salgueiro a caminho da escola, eu dizia: "Padrinho, estou indo para a escola!"
Na infância, eu detestava essa história; as outras crianças sempre zombavam de mim. Meu avô me contava que o velho salgueiro já existia desde a dinastia Qing e que, antes da libertação, quando houve uma onda de bandidos, muitos morreram na aldeia. D